Close Menu
  • Inicio
  • Monte Aprazível
  • Brasil
  • Esportes
  • Games
  • Receitas
  • Colunas
  • Rede
Últimas notícias

Gabigol faz gesto obsceno depois de gol e é expulso através do árbitro; confira

maio 31, 2026

Hollow Knight: Silksong será lançado em mídia física no mês de outubro

maio 31, 2026

Edivan Pedro, o “Europeu”, chefe do PCC na Bahia, é apreendido em SP

maio 31, 2026
Facebook X (Twitter) Instagram
Anuncie conosco!
Diário Monte AprazívelDiário Monte Aprazível
Anuncie conosco!
  • Inicio
  • Monte Aprazível
  • Brasil
  • Esportes
  • Games
  • Receitas
  • Colunas
  • Rede
Diário Monte AprazívelDiário Monte Aprazível
Home»Brasil»Dosimetria volta ao Congresso nesta semana com iminente derrota do Planalto
Brasil

Dosimetria volta ao Congresso nesta semana com iminente derrota do Planalto

abril 27, 2026
Facebook Twitter LinkedIn Telegram Pinterest Tumblr Reddit WhatsApp Email
dosimetria-volta-ao-congresso-nesta-semana-com-iminente-derrota-do-planalto
Dosimetria volta ao Congresso nesta semana com iminente derrota do Planalto
Share
Facebook Twitter LinkedIn Pinterest Email

O Congresso Nacional faz, na próxima quinta-feira (30/4), a primeira sessão conjunta de 2026. Com pauta única, senadores e deputados vão averiguar se derrubam ou mantêm o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao projeto de lei da dosimetria.

A proposta, aprovada no final de 2025, em um dos piores momentos na relação entre Lula e o Legislativo, sugere redução de penas para os condenados pelos atos do 8 de Janeiro e pode trazer benefícios para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ela foi vetada integralmente através do petista.

O que diz o PL da dosimetria

Para pessoas condenadas por mais de um dos crimes contra instituições democráticas listados no Código Penal, necessitará permanecer a pena mais severa, não podendo mais ter a cumulatividade de tempo de reclusão. A pena conseguirá ser reduzida em dois terços se os crimes forem cometidos em contexto de multidão — desde que o condenado não tenha exercido papel de chefia ou de financiador. Condenados por crimes contra o Estado Democrático de Direito, mesmo em casos de reincidência, terão direito à progressão de regime se tiverem cumprido ao menos um sexto da pena. Através da proposta, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos e 3 meses por chefiar um plano golpista depois de a derrota nas eleições de 2022, poderia ter a pena reduzida para aproxamadamente dois anos em regime fechado. A votação, convocada através do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), existe duas semanas, será mais um teste de força política para a base de Lula e da oposição à frente das eleições gerais de 2026. Apoiadores de Bolsonaro querem impor “uma derrota acachapante” ao PT.

Com uma base majoritária na Câmara, a oposição pretende dar mais de 300 votos através da derrubada do projeto da dosimetria. A intenção dos chefes partidários é repetir o placar de 291 votos na aprovação da matéria no mês de dezembro.

O placar com larga vantagem para a oposição também faz parte das previsões pessimistas de governistas, que estipulam que o veto seja mesmo derrubado.

Por outro lado, os parlamentares esperam colher vitórias simbólicas da derrota. A avaliação é que a retomada da lei de redução de penas para condenados pelos atos pode gerar repercussão negativa e mobilização popular.

Eles citam como exemplo a reação nas redes, com hashtags como “Congresso inimigo do povo”, registrada em 2025 durante a tramitação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Blindagem.

A PEC da Blindagem previa restringir a atuação da Corte, ao exigir autorização prévia do Congresso para processar parlamentares e ampliar proteções, como o foro privilegiado. Foi derrubada quando chegou ao Senado.

Entre governistas, a avaliação é de que Lula já fez sua parte ao vetar o segmento sobre a dosimetria das penas, em um gesto com forte apelo simbólico ao marcar a decisão em 8 de janeiro deste ano, data em que os ataques completaram 3 anos

Apoiadores de Lula também levantam a possibilidade de protocolar ações no Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar barrar de novo o texto, dando a palavra final ao plenário da Corte, que já fica em rota de colisão com o Congresso.

Em um cenário em que Lula tenta avançar com a proposta de final da escala 6×1 — modelo em que o trabalhador age seis dias seguidos e tem apenas um de descanso —, a base apoiadora busca impedir conflitos diretos com a cúpula do Legislativo.

Parlamentares apontam que o tema exige uma articulação cuidadosa, para não desgastar a relação com o Congresso e comprometer a tramitação de outras pautas prioritárias do governo, particularmente na Câmara, onde o governo Lula tem detectado maior resistência.

No Senado, o clima é de incerteza Se na Câmara o clima é de uma vitória estrondosa para a oposição, no Senado, tanto a base do governo quanto bolsonaristas ainda veem incertezas no futuro do veto da dosimetria.

Isso se dá porque, na Casa, o governo Lula tem mais espaço de manobra para tentar manter o veto ao projeto, que foi aprovado no mês de dezembro por 48 votos.

Para a derrubada, é importante que a maioria absoluta das duas casas rejeite o veto presidencial. Ou seja, 257 votos na Câmara e 41 no Senado. Se uma casa tiver maioria e a outra não, o veto permanecerá mantido.

Se o governo conseguir reverter oito dos 48 votos que a dosimetria recebeu em 2025, o veto de Lula ao projeto que pode trazer benefícios para Bolsonaro seguirá vigente.

Essa possibilidade é estudada através da oposição na Casa que, apesar dela, preserva a expectativa de que os 48 senadores vão manter o voto que escolheram no mês de dezembro, avaliando que eventuais desgastes políticos ficaram em 2025, quando o voto foi público.

Agora, nesta sessão conjunta, o voto é secreto.

Do outro lado, integrantes da base do governo criticam a falta de articulação de Lula na Casa. Senadores da base disseram à reportagem, sob reserva, que não foram procurados pelos chefes do governo a respeito do veto da dosimetria.

Existe também no Senado a avaliação de que o governo Lula não pode arriscar ver a relação com Alcolumbre piorar. Em 2025, depois da oficialização da indicação de Jorge Messias ao Supremo, o presidente do Senado passou a impor derrotas ao governo.

A relação acabou melhorando com a virada do ano, mas ainda existe sequelas. Por exemplo, Alcolumbre cortou relações com o chefe de Lula no Senado, Jaques Wagner (PT-BA).

Com informações Metropoles

Brasil zzmoscay
Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Telegram Email

COntinue lendo

Edivan Pedro, o “Europeu”, chefe do PCC na Bahia, é apreendido em SP

maio 31, 2026

Lotofácil 3698: cinco apostas dividem prêmio principal. Saiba de onde

maio 30, 2026

Mega-Sena 3012 sorteia R$ 6 milhões hoje (28/5). Veja resultado

maio 29, 2026
Últimas notícias

Saev Ambiental faz melhorias no sistema de abastecimento domingo agora (17/5)

maio 16, 2026

Polícia recaptura apreendido que fugiu de delegacia em Mirassol durante operação contra membros de facção

maio 13, 2026

Deputado destina recursos para fortalecer a saúde em municípios da região de Araçatuba

abril 18, 2026
Rede social
Moscay
© 2026 DIário Monte Aprazível - Notícias de toda a região.
  • Inicio
  • Monte Aprazível
  • Brasil
  • Esportes
  • Games
  • Receitas
  • Colunas
  • Rede

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.